11.6.09

Não sei se já pensaram na importancia da primeira música para a conscistencia de um bom disco,. Qualquer bom album que se preze, começa pela primeira música, o seu cartão de vista, sua página de rosto, não pela terceira música como na musica Pop ular, acontece q a primeira música pode se encaixar em duas categorias:1 ou ela é a mais forte e convidativa de todo o disco ou2: ela é apenas um aperitivo, uma cara do plano geral do disco.
Acontece que tanto um modelo quanto o outro são bons:

Do primeiro estilo tem-se o ótimo exemplo de Employment do Kaiser Chiefs! Everyday i love You Less and Less é a mais bombasticamente melhor música do álbum.
Do segundo estilo tem-se YagerJoga de Donkey(2008)do CSS. Música fraca? eu diria que não, apenas serve ao projeto a que se presta:dar uma pincelada, uma dedilhada, um arquétipo do que vem por aí.

Ainda assim, tem quem consiga superar estas categorias e colocá-las como limitadas como é o caso do histórico-fodástico-melhor disco de todos os tempos Kind of Blue do miles Davis, não sei ao certo de que ano.So What, abertura do álbum é tanto a melhor música do disco quanto o melhor cartão de apresentação que tem se visto.Ela é o disco todo, metonicamente falando, mas não consegue tirar a força das hiper-concentradas e hiper-ventildas músicas posteriores.
Embora Kind of Blue seja o paradigma do disco perfeito que todos os músicos(sobretudo jazzistas)tem buscado desde então ele se porta sobre um modelo de disco incomum, ou melhor, vanguarda, em todos os sentidos: o disco 100%puro malte. Aquele que tem pérolas desde o primeiro segundo de So What até o último da segunda versão de Flamenco Sketches.O Que é genial no nivel poderoso do disco é que a cadencia que ele conquista desde seu inicio nao decai em momento qualquer na longa duração da obra, segue todo seu percusso como se não conhecesse as variações humanas, conquistando sua apoteose, sendo endeusado por todos os monstros sagrados da música no mundo até hoje.O Disco sobre variações já é mais comum, ocorrendo na verdade com todo e quase todo projeto musical sendo este aquele em que o artista escolhe dosar regularmente ao longo de sua obra gotas mais grossas ou mais diluidas de boa música.Muito usada pelo indie, cultuada pela música pop.Pois é, paralelos, nicht ganz....


e há claro os maus cds.São aqueles em que a primeira música desmebrada não condiz com o resto do projeto, isto é, não cumpre seu papel de carro condutor da procissão, em termos bem...enfim.Este é o caso por exmeplo de Circus, que abre com Womanizer que destoa totalmente de Circus a segunda música. Mas estamos apelando claro pro mau pop, pra música de massas(embora eu me delicie tanto com a indústria cultural)o CSS em seu primeiro disco também foi até pior, as músicas não se encaixam mas neste caso é mais compreensivel já que o priemirdo disco na verdade já foi uma coletanea de todos seus sucessos pela internet. Ou então o mau cd é aquele que começa muito bem, com um caldo grosso de sonoridade mas que ali pela 4,5 faixa perde o fio da miada, se perde, afina e se arrasta até um final humilhante.Aqui já não precisa citar exemplos, todo mundo sabe que é o caso hoje e sempre de 87% de discos do mundo todo.

Da próxima, exemplificarei melhor
Acho que to devendo uma lista dos discos da década.

Fake Plastic@

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